Dizem que reticências deriva do Latim Taceo, que significa silêncio, e assim temos Retacio ou Reticentia que nos leva a ser silencioso. Termo semelhante seriam o tácito, ou seja, aquele que não exprime por palavras, secreto, implícito e subentendido.Nas conversas vagas, das promessas indefinidas, nas aberturas de convites vagos ou nos contraditórios usamos a reticência.
Neste meu novo projeto, pretendo somente escrever o que eu penso sobre alguns fatos deste mundo. Não pretendo descobrir o porquê e pouco menos ser conclusivo. Eis o motivo das reticências.
Não tenho formação acadêmica e nem um sou especialista, exceto por um curso de básico eletromecânica, porém, acho-me no direito de expressar-me conforme o meu modo de pensar e deixando claro, portanto, que meu pensamento não é imutável. Aprendi que, com os passar dos anos, mudamos de opinião: seja por experiências vividas ou pela leitura.
Meu projeto não é buscar leitores ou seguidores, então por que escrever? Usei a leitura como um suporte e quero usar e escrita como divã. Alguns poderia perguntar se não tenho amigos para compartilhar meus pensamento? Tenho, mas no mundo, atualmente, tempo é algo muito precioso e não para, temos que dividi-lo com o trabalho, família e amigos. Dentre as conversas com estes últimos, os assuntos são diversos e nem sempre fluem na direção do meu interesse. Eis minha primeira confissão.
Não domino a língua portuguesa, pelo menos como queria, cometo alguns erros de concordância, regência, pontuação e outros. Certa fez, ao fazer um comentário em um jornal um outro leitor fez a seguinte réplica: "Erraste na concordância do verbo tal, ele pede a preposição tal". Eu usei a seguinte tréplica: "Posso ter errado a concordância, contudo concordaste com meu ponto de vista". Uso este artificio, como justificativa, para esconder minha deficiência pela regras do português. Eis mais uma confissão.
Sergio Carneiro.
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